Conto tradicional dos Açores;
O mês que não sabia jogar!...
O mês de Fevereiro vinha para a terra pela primeira vez e deparou-se com o mês de Janeiro que ainda tava a acabar o seu tempo e com o mês de Março que esperava desinsofrido pelo seu começar. Meteu-se a falar com outros e eles foram muito corteses e, como não tinham muito que fazer, puseram-se a jogar às cartas.
Mas o mês de Fevereiro não era muito bom no jogo e ementes o mês de Janeiro e o de Março ganhavam muito, o mês de Fevereiro perdia sempre. Como tavam jogando a dinheiro, o mês de Fevereiro perdeu tudo o que tinha. Mas foi continuando a jogar e, quando não tinha mais nada com que pagar, apostou dois dos seus dias de vida, tal era o seu vício no jogo. Assim perdeu dois deles, um para Janeiro e outro para Março.
Desde aí que Fevereiro ficou só com vinte oito dias em vez de trinta e assim fez com Janeiro e Março ganhassem mais um dia e ficassem
pra sempre com trita e um dias.
Assim acontece com quem se mete a jogar.
Autor:Paulo Roberto S. Pereira, S. Miguel
Postado por Fernandinha
Wednesday, May 28, 2008
Tuesday, May 20, 2008
Friday, May 16, 2008
MONUMENTO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Este monumento, em honra de Nossa Senhora da Conceição,
Localizado na Espalamaca, está voltado para a cidade e,
Em particular, para a freguesia urbana de onde partiu a ideia
Da sua construção:
A freguesia da Conceição.
È constituído por uma imagem da Imaculada Conceição,
Em mármore, com três metros de altura e com quatro toneladas,
Por detrás da qual se ergue uma cruz, de cimento armado, com
28,65 metros.
O monumento ficou definitivamente concluído em 1973, depois
De um violento temporal ter destruído, em 1969, a primeira cruz,
De 18 metros, mas menos sólida do que a actual.
A construção do Monumento ocorreu entre 1958 e 1962, por
Iniciativa particular de um grupo de Senhoras, e para ele
contribuíram habitantes de todas as freguesias da ilha,
bem como entidades oficiais.
Fernanda,
Lisboa, 17 de Maio de 2008
Este monumento, em honra de Nossa Senhora da Conceição,
Localizado na Espalamaca, está voltado para a cidade e,
Em particular, para a freguesia urbana de onde partiu a ideia
Da sua construção:
A freguesia da Conceição.
È constituído por uma imagem da Imaculada Conceição,
Em mármore, com três metros de altura e com quatro toneladas,
Por detrás da qual se ergue uma cruz, de cimento armado, com
28,65 metros.
O monumento ficou definitivamente concluído em 1973, depois
De um violento temporal ter destruído, em 1969, a primeira cruz,
De 18 metros, mas menos sólida do que a actual.
A construção do Monumento ocorreu entre 1958 e 1962, por
Iniciativa particular de um grupo de Senhoras, e para ele
contribuíram habitantes de todas as freguesias da ilha,
bem como entidades oficiais.
Fernanda,
Lisboa, 17 de Maio de 2008
Saturday, May 10, 2008
MOINHOS DE VENTO
Os moinhos de vento da ilha do Faial
Apresentam influências portuguesas e flamengas.
São moinhos fixos ou giratórios, de dois pisos.
O piso inferior é construído em paredes
De alvenaria.
O piso superior, onde se encontra o equipamento de
Moer, é de madeira.
Estes moinhos são rematados por uma cúpula
Cónica, de onde sai o mastro que separa as velas
De madeira, que prendem os panos.
Os moinhos de vento do Faial apresentam dois sistemas
De varas diferentes.
Os moinhos do “ sistema português “ ( Kruger ) tem um
Sistema de oito varas, que entram no grande eixo do
Moinho, onde se atam as 4 quatro velas triangulares
( vela latina ), cada uma segurada entre duas varas.
Os outros moinhos existentes na ilha apresentam quatro
Asas rectangulares, onde se colocam as quatro velas,
Também rectangulares. Esta estrutura corresponde à
Dos moinhos flamengos, que ainda hoje se podem
Observar na Holanda e na Bélgica – seja nos moinhos
De pedra com tecto móvel, seja nos moinhos de madeira,
Giratórios sobre o eixo principal.
As velas e toda a estrutura da base de apoio da cúpula
Podem ser manobrados e deslocados lateralmente,
Virando sobre um eixo vertical de madeira, através do
“ rabo “ do moinho, no sentido de maximizar o aproveitamento
Da força motriz do vento.
Na ilha do Faial existem 38 moinhos de vento inventariados e,
Deles, 10 estão classificados como imóveis de interesse público.
Fernanda,
Lisboa,10 de Maio de 2008
Os moinhos de vento da ilha do Faial
Apresentam influências portuguesas e flamengas.
São moinhos fixos ou giratórios, de dois pisos.
O piso inferior é construído em paredes
De alvenaria.
O piso superior, onde se encontra o equipamento de
Moer, é de madeira.
Estes moinhos são rematados por uma cúpula
Cónica, de onde sai o mastro que separa as velas
De madeira, que prendem os panos.
Os moinhos de vento do Faial apresentam dois sistemas
De varas diferentes.
Os moinhos do “ sistema português “ ( Kruger ) tem um
Sistema de oito varas, que entram no grande eixo do
Moinho, onde se atam as 4 quatro velas triangulares
( vela latina ), cada uma segurada entre duas varas.
Os outros moinhos existentes na ilha apresentam quatro
Asas rectangulares, onde se colocam as quatro velas,
Também rectangulares. Esta estrutura corresponde à
Dos moinhos flamengos, que ainda hoje se podem
Observar na Holanda e na Bélgica – seja nos moinhos
De pedra com tecto móvel, seja nos moinhos de madeira,
Giratórios sobre o eixo principal.
As velas e toda a estrutura da base de apoio da cúpula
Podem ser manobrados e deslocados lateralmente,
Virando sobre um eixo vertical de madeira, através do
“ rabo “ do moinho, no sentido de maximizar o aproveitamento
Da força motriz do vento.
Na ilha do Faial existem 38 moinhos de vento inventariados e,
Deles, 10 estão classificados como imóveis de interesse público.
Fernanda,
Lisboa,10 de Maio de 2008
Friday, May 02, 2008
DOCE CALMA!...
Não sei o que penso, mas penso
Não sei porque amo, mas amo
Não sei porque faço, mas faço
Tudo isto absorve meu pensamento.
Não sei porque choro, mas choro
Não sei porque quero, mas quero
Não sei porque sinto, mas sinto
Tudo isto penetra fundo na minha alma.
Que o meu amor venha,
Para eu ter enfim
A doce calma!...
Fernanda
Não sei o que penso, mas penso
Não sei porque amo, mas amo
Não sei porque faço, mas faço
Tudo isto absorve meu pensamento.
Não sei porque choro, mas choro
Não sei porque quero, mas quero
Não sei porque sinto, mas sinto
Tudo isto penetra fundo na minha alma.
Que o meu amor venha,
Para eu ter enfim
A doce calma!...
Fernanda
Thursday, April 17, 2008
QUANTO TE QUERO
Voar!...de voar tanto,
Me cansei.
Voando, voando, até que por fim voltei.
Aqui, onde Camões já disse:
Aqui, onde a terra acaba e o mar começa!
De que me valem as asas perante tanto mar?
Que o mar é medonho afoga a gente,
Afoga o sonho.
Ai, que não que o não transponho.
Antes sonhar toda a vida, morder o ar,
Morder um lírio e num suspiro
À madrugada poder dizer
Quanto te quero.
Fernanda
Voar!...de voar tanto,
Me cansei.
Voando, voando, até que por fim voltei.
Aqui, onde Camões já disse:
Aqui, onde a terra acaba e o mar começa!
De que me valem as asas perante tanto mar?
Que o mar é medonho afoga a gente,
Afoga o sonho.
Ai, que não que o não transponho.
Antes sonhar toda a vida, morder o ar,
Morder um lírio e num suspiro
À madrugada poder dizer
Quanto te quero.
Fernanda
Friday, April 11, 2008
Saturday, April 05, 2008
Monday, March 24, 2008
RETORNO
Retorno ao ponte de origem, visito os
Caminhos por onde pisei,
Recordo a menina travessa, a querer
Ultrapassar os limites e a deixar
Que a vida tome o seu corpo e alma.
A memória guarda os pedaços
Da minha história e em cada recanto.
Encontro-me.
Os olhos vagueiam e sentem a natureza
Gritando a sua força.
Recordo as minhas idades, 9, 10, 11 anos,
Caminho sem pressa, afasto as pedras,
Como flores, falo com elas…
São faladoras: contam-me as suas cores,
Do cheiro, da beleza e dos seus amores.
A memória lembra e não quero o seu
Fenecimento.
O rosto de hoje mudou,
Sou outra e sou a mesma.
O sol a declinar e a menina ali a observar
O crepúsculo a se esvair
Aos poucos, despedindo-se sem
Traumas, num adeus sereno,
Sem deixar lágrimas, na doce previsão
Do seu retornar.
A menina e eu na mais incondicional cumplicidade.
Fernanda
Retorno ao ponte de origem, visito os
Caminhos por onde pisei,
Recordo a menina travessa, a querer
Ultrapassar os limites e a deixar
Que a vida tome o seu corpo e alma.
A memória guarda os pedaços
Da minha história e em cada recanto.
Encontro-me.
Os olhos vagueiam e sentem a natureza
Gritando a sua força.
Recordo as minhas idades, 9, 10, 11 anos,
Caminho sem pressa, afasto as pedras,
Como flores, falo com elas…
São faladoras: contam-me as suas cores,
Do cheiro, da beleza e dos seus amores.
A memória lembra e não quero o seu
Fenecimento.
O rosto de hoje mudou,
Sou outra e sou a mesma.
O sol a declinar e a menina ali a observar
O crepúsculo a se esvair
Aos poucos, despedindo-se sem
Traumas, num adeus sereno,
Sem deixar lágrimas, na doce previsão
Do seu retornar.
A menina e eu na mais incondicional cumplicidade.
Fernanda
Friday, March 07, 2008
Quero ser
Quero ser o que sou!
Quero libertar-me das entranhas!
Quero fugir de onde eu estou!
Quero realizar façanhas!
Desejava ser a ave altiva,
Que voa lá bem no alto,
Que jamais será cativa…
É da montanha não do planalto!
Queria navegar no alto mar,
Entre as fortes ondas de calor;
Seguir rumo, sem nunca remar,
Levada pela brisa do amor!
Mas, com muita alegria,
Sou passarinho no vale,
Sonhando voar alto, um dia,
Sem a ninguém fazer mal!
Fernanda
Quero ser o que sou!
Quero libertar-me das entranhas!
Quero fugir de onde eu estou!
Quero realizar façanhas!
Desejava ser a ave altiva,
Que voa lá bem no alto,
Que jamais será cativa…
É da montanha não do planalto!
Queria navegar no alto mar,
Entre as fortes ondas de calor;
Seguir rumo, sem nunca remar,
Levada pela brisa do amor!
Mas, com muita alegria,
Sou passarinho no vale,
Sonhando voar alto, um dia,
Sem a ninguém fazer mal!
Fernanda
Saturday, February 16, 2008
Saturday, February 09, 2008
AMOR AMADURECIDO
No macio algodão da tarde,
Olhando o lago escurecido
Pela partida do sol,
Sinto o amor amadurecido
Num campo de girassol,
Que levou a quente e cega paixão
E deixou o delírio amornecido
Pela sabedoria do coração.
Vem a noite amena, clara, de Lua cheia,
Onde encontramos luz plena,
Deixando que o outro leia
O pensamento que se palpita
Pela intuição e proximidade
Que entre nós se agita
E nos unirá para a eternidade.
No sedoso frescor da noite
É-nos mostrado o caminho,
Que prosseguimos de mãos dadas,
Passando pelo edificar de um ninho
De amor, como os contos de fadas,
Enfeitado com soluções de carinho,
De compreensão, tolerância e espera,
Sempre virente e mimoso. Pudera eu, pudera!
Fernanda
No macio algodão da tarde,
Olhando o lago escurecido
Pela partida do sol,
Sinto o amor amadurecido
Num campo de girassol,
Que levou a quente e cega paixão
E deixou o delírio amornecido
Pela sabedoria do coração.
Vem a noite amena, clara, de Lua cheia,
Onde encontramos luz plena,
Deixando que o outro leia
O pensamento que se palpita
Pela intuição e proximidade
Que entre nós se agita
E nos unirá para a eternidade.
No sedoso frescor da noite
É-nos mostrado o caminho,
Que prosseguimos de mãos dadas,
Passando pelo edificar de um ninho
De amor, como os contos de fadas,
Enfeitado com soluções de carinho,
De compreensão, tolerância e espera,
Sempre virente e mimoso. Pudera eu, pudera!
Fernanda
Monday, January 14, 2008
DEPOIS DE UMA TARDE TÃO BELA.
depois de uma tarde tão bela,
desce a noite cinza, que a alma esfria e o coração gela.
Sonho desde que partiste...
Sorrio ao recordar como te riste...
Chegam aos meus ouvidos em segredo,
as palavras meigas que me disseste a medo!
Como o Amor é delicioso!
Como o Amor é penoso!
Vem meu amor por entre a névoa,
abraça o meu coração até que ele doa,
procura o calor da minha alma,
e a noite será longa, terna e calma...
Fernanda
depois de uma tarde tão bela,
desce a noite cinza, que a alma esfria e o coração gela.
Sonho desde que partiste...
Sorrio ao recordar como te riste...
Chegam aos meus ouvidos em segredo,
as palavras meigas que me disseste a medo!
Como o Amor é delicioso!
Como o Amor é penoso!
Vem meu amor por entre a névoa,
abraça o meu coração até que ele doa,
procura o calor da minha alma,
e a noite será longa, terna e calma...
Fernanda
Tuesday, January 08, 2008
VEJO O SOL...
Vejo o Sol ,
olho o Mar,
medito...
Mergulho na solidão.
Se no sonho eu acredito,
tento sentir a emoção,
que em qualquer ser aflito,
vibra como um trovão.
Navega no luar prateado,
a cor da paixão que me abala,
cintilam no céu estrelado,
os beijos que minha boca cala.
No celso luzir da estrela,
vivo um acolhedor momento,
ampliado no vidro da janela,
oculto no meu pensamento.
Nasceu hoje a felecidade,
raiando mais que o luar,
surgiu doce a liberdade,
ao conseguir-te abraçar...
Fernanda
Vejo o Sol ,
olho o Mar,
medito...
Mergulho na solidão.
Se no sonho eu acredito,
tento sentir a emoção,
que em qualquer ser aflito,
vibra como um trovão.
Navega no luar prateado,
a cor da paixão que me abala,
cintilam no céu estrelado,
os beijos que minha boca cala.
No celso luzir da estrela,
vivo um acolhedor momento,
ampliado no vidro da janela,
oculto no meu pensamento.
Nasceu hoje a felecidade,
raiando mais que o luar,
surgiu doce a liberdade,
ao conseguir-te abraçar...
Fernanda
Saturday, December 22, 2007
FAIAL - CEDROS - Freguesia
A existência de muitos cedros deu origem ao nome desta freguesia, que foi fundada
Por volta de 1594. No entanto, o lugar dos Cedros foi um dos primeiros povoados da ilha, tendo sido ocupado por pessoas vindas da ilha Terceira, em finais do séc. XV.
IGREJA DE SANTA BÁRBARA
Igreja de aspecto modernista, tanto a nível do exterior como do interior, foi aberta
Ao culto em 1977, na sequência da destruição da primitiva igreja por um incêndio.
Danificada pelo sismo de 1998, iniciaram-se os trabalhos de reconstrução.
A igreja primitiva datava do terceiro quartel do século XVI e tinha influências góticas.
Ruiu em 1971, tendo apenas sobrado a torre e o arco do portal.
O portal manuelino da igreja, construído em pedra basáltica, destaca-se pela sua singeleza, mas de uma grande exuberância, apresentando motivos de inspiração vegetalista e antropológica, bem característicos deste estilo arquitectónico.
SANTA BÁRBARA
SANTA BÀRBARA - Foi uma mártir de extraordinária beleza,
Do começo do século IV. Por ser cristã, o próprio pai entrega-a
Aos juízes, que a mandam decapitar. Após tomada essa decisão,
Dióscoro, seu pai, é fulminado por um raio. O seu culto é anterior
Ao século IX e iniciou-se, provavelmente, no séc. VII.
Santa Bárbara é padroeira dos artilheiros e mineiros e relembrada
Sempre que há trovoada. Na iconografia, aparece representada
Com uma torre com três janelas (onde teria sido encarcerada pelo
Pai ), uma palma (símbolo do martírio ) e um cálice de água benta
Na mão. Festa a 4 de Dezembro.
Alguns elementos, retirei do Guia do Património Cultural do Faial.
Santa Bárbara, a minha protectora.
Fernanda
A existência de muitos cedros deu origem ao nome desta freguesia, que foi fundada
Por volta de 1594. No entanto, o lugar dos Cedros foi um dos primeiros povoados da ilha, tendo sido ocupado por pessoas vindas da ilha Terceira, em finais do séc. XV.
IGREJA DE SANTA BÁRBARA
Igreja de aspecto modernista, tanto a nível do exterior como do interior, foi aberta
Ao culto em 1977, na sequência da destruição da primitiva igreja por um incêndio.
Danificada pelo sismo de 1998, iniciaram-se os trabalhos de reconstrução.
A igreja primitiva datava do terceiro quartel do século XVI e tinha influências góticas.
Ruiu em 1971, tendo apenas sobrado a torre e o arco do portal.
O portal manuelino da igreja, construído em pedra basáltica, destaca-se pela sua singeleza, mas de uma grande exuberância, apresentando motivos de inspiração vegetalista e antropológica, bem característicos deste estilo arquitectónico.
SANTA BÁRBARA
SANTA BÀRBARA - Foi uma mártir de extraordinária beleza,
Do começo do século IV. Por ser cristã, o próprio pai entrega-a
Aos juízes, que a mandam decapitar. Após tomada essa decisão,
Dióscoro, seu pai, é fulminado por um raio. O seu culto é anterior
Ao século IX e iniciou-se, provavelmente, no séc. VII.
Santa Bárbara é padroeira dos artilheiros e mineiros e relembrada
Sempre que há trovoada. Na iconografia, aparece representada
Com uma torre com três janelas (onde teria sido encarcerada pelo
Pai ), uma palma (símbolo do martírio ) e um cálice de água benta
Na mão. Festa a 4 de Dezembro.
Alguns elementos, retirei do Guia do Património Cultural do Faial.
Santa Bárbara, a minha protectora.
Fernanda
Friday, December 14, 2007
Mulher oprimida
Oh! Mulher oprimida e triste,
Não temas mais o teu mundo!
Liberta-te, luta e persiste!
Não continues em choro profundo!
És margarida pálida, sem luar,
Crê numa
vida com sorriso,
Descobre a essência do teu ser,
Mas não te iludas com o paraíso:
Aceita-te e constrói-te para viver!
Lamuriosa, na neve soterrada,
Prisioneira, de agonia no olhar,
De solidão silenciosa inundada.
Tu, ave graciosa, de asas feridas,
Taciturna, em bosque de nevoeiro,
Acossada, de ambições perdidas,
Levanta o teu voo, sai do cativeiro!
Fernanda
Oh! Mulher oprimida e triste,
Não temas mais o teu mundo!
Liberta-te, luta e persiste!
Não continues em choro profundo!
És margarida pálida, sem luar,
Crê numa
vida com sorriso,
Descobre a essência do teu ser,
Mas não te iludas com o paraíso:
Aceita-te e constrói-te para viver!
Lamuriosa, na neve soterrada,
Prisioneira, de agonia no olhar,
De solidão silenciosa inundada.
Tu, ave graciosa, de asas feridas,
Taciturna, em bosque de nevoeiro,
Acossada, de ambições perdidas,
Levanta o teu voo, sai do cativeiro!
Fernanda
Monday, December 03, 2007
Friday, November 23, 2007
A NOITE PASSA
...E a noite passa,
...e o sono aparta,
...de mim e de ti!
Dúvidas que me restavam,
mágoas que me arrasavam,
e tudo o mais que sofri!
Se corresse por este mundo fora,
vibraria em mim onda de alegria,
não veria paixão como a de agora,
ou maior sorrir ou tanta harmonia!
Contigo vou sonhar, bem acordada,
para sentir teus passos no caminho,
se chegares tarde, já de madrugada,
abrirei meus braços, dar-te-ei carinho.
Fernanda
...E a noite passa,
...e o sono aparta,
...de mim e de ti!
Dúvidas que me restavam,
mágoas que me arrasavam,
e tudo o mais que sofri!
Se corresse por este mundo fora,
vibraria em mim onda de alegria,
não veria paixão como a de agora,
ou maior sorrir ou tanta harmonia!
Contigo vou sonhar, bem acordada,
para sentir teus passos no caminho,
se chegares tarde, já de madrugada,
abrirei meus braços, dar-te-ei carinho.
Fernanda
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